Por Gabriela Quintanilha
Venho refletindo sobre o que te faz sentido na vida. A princípio, pode parecer complexo se perguntar: estou vivendo ou sobrevivendo?
A reflexão a que me proponho a fazer vai na contramão de tudo que é imediato, na correria, na pressa, sem pensar, por impulso ou no automático.
Na verdade, meu compromisso é com os afetos que te afetam e ficam guardados naquela gaveta e, se acumulados ao longo dos anos, o que sentimos é um caminho que leva ao adoecimento.
A vida é sobre presença com alma e estado de presença, de ser grato até nas nossas lutas diárias. Somos únicos!
O caminho de carregar mágoas ou ressentimentos é passado. E passado é passado e, se não percebemos esse movimento, acabamos não vivendo no hoje.
É importante percebermos que, se não vivemos no hoje, nossa mente fica no passado ou só no amanhã. O que gera ansiedade e nos paralisa com o tempo.
Vivemos tempos difíceis, com informações rápidas e até mesmo excessivas. E, se não dermos sentido à nossa vida, é um caminho sem volta.
Não acumule nada que tire sua paz… e talvez seja esse o caminho de se redescobrir caminhos novos, novas versões, sair da repetição, do vazio que nos cega.
A vida acontece sem plateia, sem excessos de exibições, sem redes sociais, e aceitar talvez seja o caminho de se encontrar com a sua verdade. Todo o resto é carência.
Queira mais da vida e não aceite migalhas. E, ao caminhar, vai encontrar a pessoa mais importante, que é você. Bora?!
Faça por você
Crie novos sonhos
Cultive o amor
E comece por você a conhecer seus limites.
Com carinho,
Gabriela Quintanilha
Psicóloga






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