—-Porciúncula funda primeira Academia de Letras, Artes e Cultura
APLAC é criada em cerimônia no Centro Cultural e terá 40 cadeiras para homenagear personalidades do município
Porciúncula – A noite de 2 de julho de 2026 marcou a fundação da Academia Porciunculense de Letras, Artes e Cultura, a APLAC, primeira instituição do gênero no município. A Assembleia Geral ocorreu no Centro Cultural Dr. Edésio Barbosa da Silva, no Espaço Cultural Conceição Schuwartz Vieira.
Presidida pelo historiador Vitor José de Araújo Cunha e com secretaria de Riandro Petrucci Pireda, a solenidade começou com um minuto de silêncio em homenagem à poetisa Ivone dos Santos Guimarães, autora da sugestão inicial para criação da Academia.
Foram aprovados o Estatuto Social, o Quadro de Cadeiras Acadêmicas e a primeira Diretoria. A APLAC foi instituída com 40 cadeiras, cada uma dedicada à memória de personalidades que contribuíram para a história, educação e cultura de Porciúncula. Na fundação, 25 cadeiras foram providas por 15 homens e 10 mulheres.
A Cadeira nº 1 tem como patrono Dr. Leopoldo Muylaert Júnior e é ocupada por Vitor José de Araújo Cunha. Entre os demais patronos estão Adriana Amélia Pinto Coutinho, Francisco Calafate, Michel Tannus, Iucif Salim Assad, Dr. Edésio Barbosa da Silva e a professora Ivone dos Santos Guimarães.
A Diretoria para o mandato de 2 de julho de 2026 a 31 de dezembro de 2027 ficou assim definida: presidente, Vitor José de Araújo Cunha; vice-presidente, Reinaldo José Furtado; secretário-geral, Riandro Petrucci Pireda; segundo secretário, Joel Antônio Bernardes dos Reis; tesoureiro, Filipi Muniz de Araújo; segunda tesoureira, Doracineia Correa Dutra; diretor cultural, Juliano Cézar Bernardo Oliveira; diretor de Patrimônio, Memória e Pesquisa, Altair José de Oliveira; e diretor de Comunicação e Relações Institucionais, Guilherme da Silva Fernandes. O Conselho Fiscal é formado por Ronaldo Felicíssimo de Carvalho, Dayane de Barros Mazotto e Ivana Machado de Paula.
Segundo Vitor José, a Academia nasceu de um processo público e participativo, divulgado nas redes sociais e no jornal O Giro. “Estamos instituindo um espaço permanente de preservação da memória, de valorização da nossa identidade e de incentivo à produção intelectual e artística de Porciúncula”, declarou.
A missão da APLAC é incentivar a literatura, promover pesquisas, preservar a memória histórica e reconhecer homens e mulheres que contribuíram para o desenvolvimento cultural do município.
As 15 cadeiras restantes serão preenchidas por edital público a ser divulgado nos próximos meses, com candidaturas analisadas pelo plenário acadêmico.






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