Atendendo a pedidos de leitores tradicionais, está de volta a sessão Era Uma Vez. Um espaço dedicado a temas de cidades próximas ou distantes, revelando bastidores políticos, sociais e culturais. São histórias baseadas em fatos, às vezes acompanhadas de fotos, com nomes ou sem, narradas de forma romanceada, mas nunca inventada.
Neste primeiro episódio da nova fase, a palavra escolhida é ruptura
RUPTURA
Substantivo feminino, de origem no latim rumpere (romper, quebrar). Significa o ato ou efeito de romper, separar ou interromper algo. Pode designar tanto uma quebra física — como a ruptura de um ligamento ou de uma barreira — quanto simbólica, como a ruptura de um acordo, de uma tradição ou de relações pessoais e políticas.
No sentido figurado, representa mudança brusca, cisão ou transformação. É quando o curso natural de um processo se interrompe e abre espaço para outro caminho.
No tempo da pré-ruptura política, geralmente cozinhada em fogo lento, há tensões próprias de um aquecimento gradual que, levará ao fim de amizades, tensões familiares, quebra de acordos verbais fortes no início, esgaçados com o passar do tempo, gerando resultados fracos, insatisfações pessoais, estresse acumulativo e abertura para adversários de quem até então era aliado. Uma sopa com alto potencial de queimar várias bocas e dividir os nutrientes.
Assim, o retorno de Era Uma Vez é também uma forma de ruptura: a quebra de um hiato, a retomada de um diálogo com os leitores que pediram de volta esse espaço de memória, narrativa e reflexão.
E lança no ar o primeiro enigma: porque exatamente a escolha de Ruptura como tema deste artigo?
Você responde, para si, para os amigos ou nos comentários aqui em Manchete Noroeste.
Até a próxima a qualquer dia e momento.





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